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Regulação entre anabolismo e catabolismo proteico

catabolismoEstudos inovadores relacionados ao turnover proteico (controle de renovação de proteínas) têm enfocado sobre os principais fatores reguladores da síntese e da degradação proteica. Observa-se que a síntese proteica é aumentada em resposta a insulina, GH, leucina e outros aminoácidos, mas é diminuída pelo exercício, por uma baixa ingestão proteica na dieta e do estado energético intracelular.

Por outro lado, o catabolismo proteico é potencializado no jejum, ao exercício e aos glicocorticoides, e atenuada pela infusão de leucina, TCM e ingestão de proteínas. Existem muitos fatores que interferem na síntese e degradação proteica, e o saldo final das mudanças ocorridas sobre o turnover proteico é dependente do somatório desses fatores.

Entretanto, durante o exercício prolongado, há um aumento das concentrações plasmáticas de glucagon e glicocorticoides, que poderiam promover diminuição da síntese de novas proteínas e aumentar o catabolismo.

Desse modo, a sinalização hormonal, considerada o mais potente dos reguladores catabólicos e anabólicos, reforça o fato da ocorrência de degradação proteica durante o exercício de longa duração, onde são secretados mais hormônios catabólicos que anabólicos. No exercício de força também ocorre a liberação hormonal que degrada proteínas, mas há uma maior compensação comparada com exercício prolongado pela liberação de hormônios anabólicos como GH, IGF1 e testosterona, favorecendo, dessa forma, uma maior síntese proteica.

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