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Joints e Segurança de Uso

jointAs articulações são estruturas que suportam o peso do corpo, realizam movimentos e devido a isso estão sujeitas ao desgaste, e assim ao desenvolvimento de doenças associadas a esses esforços. Os ossos que participam dessas estruturas têm suas extremidades revestidas por cartilagem.

A cartilagem articular é um tecido de suporte, que não possui vasos sanguíneos, nervos ou vasos linfáticos, por isso sua habilidade de se regenerar ou se adaptar é muito limitada. Suas principais funções são o revestimento e a proteção do osso, o deslizamento sem atritos das superfícies de contato e a absorção de impacto.

Entre as lesões mais comuns estão a osteoartrose e a condromalacia patelar, e uma vez ocorrida à lesão, inicia-se a degradação da cartilagem por enzimas e mediadores da inflamação. A osteoartrose é uma doença degenerativa e embora sua etiologia envolva múltiplos fatores, como o envelhecimento e a genética, o sobrepeso e a obesidade têm sido identificados como importantes fatores de risco envolvidos no aparecimento da doença, por uma sobrecarga nas articulações.

Em função da toxicidade gastrointestinal associada a alguns antiinflamatórios não-esteroidais, bem como os efeitos secundários relacionados com o uso de outros tratamentos farmacológicos, o uso dos Joints, suplementos dietéticos a base de dois condroprotetores, a glucosamina e a condroitina, tornou-se cada vez mais popular para prevenção e tratamento dessas lesões. Esses condroprotetores atuam auxiliando na formação e reparação da cartilagem articular e inibindo enzimas que degradam essa cartilagem.

Ao contrário da ideia de que a suplementação com Glucosamina é contra-indicada em pessoas com diabetes, evidências científicas disponíveis implicando a Glucosamina como agente diabetogênico  estão limitadas a estudos com infusão ou observações in vitro, nos quais houve o uso de doses muito superiores àquelas usualmente utilizadas.  Ao ser digerida a glucosamina de uso oral absorvida pelo intestino humano atinge concentrações muito baixas no plasma sanguíneo, não acarretando assim alterações no metabolismo da glicose. Uma revisão crítica da literatura indica que o consumo de Glucosamina nas doses usuais foi bem tolerado por indivíduos normoglicêmicos, diabéticos e com risco de desenvolver diabetes. 

Não existem evidências para restringir o uso de Glucosamina oral por esses indivíduos, porém é recomendável que um médico ou nutricionista seja consultado antes do uso de suplementos dietéticos.

 

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