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Suplementação proteica e estimulantes hormonais de testosterona

A redução da massa muscular esquelética está associada a idade e a inatividade física, sendo também relacionada ao declínio dos hormônios sexuais esteroides, suprimidos por diversos fatores, inclusive com a idade em homens e mulheres. Além do declínio natural da produção endógena, o consumo de agentes anabolizantes também acarreta déficits nos níveis basais deste hormônio.
Dessa forma os estimulantes hormonais de testosterona têm sido cada vez mais exaltados e recomendados para os praticantes de exercícios físicos, porém, a avaliação da eficácia destes suplementos para diferentes grupos populacionais se faz necessária.
O Ácido D-aspártico (D-ASP) é um suplemento que surgiu recentemente para o exercício físico, apontado como uma nova forma de aumento da massa muscular e  força, devido à sua capacidade de elevar os níveis de testosterona endógena, contudo diversos estudos trazem que sua eficácia está relacionada a indivíduos com níveis basais de testosterona mais baixos, não obtendo resultados significantes em indivíduos com níveis basais de testosterona normalizados, o mesmo ocorre com outros suplementos com essa proposta como o tribulus terrestres e a mucuna.
O ZMA é um suplemento alimentar que também traz a proposta de estimulação da testosterona endógena, contudo seu efeito significativo está relacionado a indivíduos que tenham menores de níveis de zinco e magnésio no corpóreo.
Por outro lado, o suplemento proteico tem como seu objetivo principal a complementação das necessidades proteicas do praticante do exercício físico. Sendo as caseínas, os hiperproteicos, a proteína da carne e as proteínas do soro do leite, algumas das suas classificações. As proteínas do soro do leite favorecem a hipertrofia muscular e o ganho de força, devido principalmente a alta concentração do aminoácido leucina que participa no processo de iniciação da ativação da síntese proteica e ao perfil de aminoácidos muito similar ao das proteínas do músculo esquelético.
Uso combinado da suplementação proteica e de estimulantes hormonais de testosterona se faz de grande valia, pois o hormônio testosterona está relacionada ao estímulo do mTORc1 e a diminuição do catabolismo muscular, deste modo, níveis basais de testosterona inferiores ao intervalo clinico poderiam estar associados a uma diminuição da massa muscular esquelética, portanto uma manutenção ou recuperação dos níveis basais adequados de testosterona pelos estimulantes hormonais se faz de elevada importância, a suplementação proteica se insere nesse contexto a fim de garantir um balanço nitrogenado positivo, resultando em um aumento real do ganho de massa muscular.
“Este texto foi escrito por Nathalia Ramos, baseado em artigos científicos. Todo material utilizado pode ser disponibilizado quando requerido.

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2 comentário

Jorge Luis 12 de outubro de 2015 at 19:35

Excelente abordagem nesse campo, parabéns.

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Nathália Andrade 14 de outubro de 2015 at 13:39

Obrigada Jorge Luis pelo comentário. Fico extremamente satisfeita em saber que nossos textos tem levado uma nova gama de conhecimentos para o publico. Espero que continue acompanhando nossos textos no site e nas redes sociais, pois é muito gratificante saber que o conhecimento esta sendo compartilhado a fim de melhores benefícios para todos nós.

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