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Doping

Durante as Olimpíadas, é comum vermos casos de doping em atletas sendo noticiados. Há evidências do uso de substâncias como efedrina, cocaína e estricnina desde os Jogos de Atenas, em 1896, e Amsterdam, em 1928.

Nesse contexto, o doping é considerado a substância ou método capaz de alterar o desempenho do atleta, a sua saúde e o espírito do jogo, por ocasião de competição desportiva ou fora dela. Já a dopagem é o uso pelo atleta, de substância ou método capaz de alterar o seu desempenho.

A infração antidoping vai além da presença de uma substância proibida ou seus metabólitos na urina ou sangue de um atleta. Compreende também a tentativa de uso de uma substância ou método proibido, a adulteração ou tentativa de adulterar qualquer parte do controle de doping, a possessão ilegal de qualquer substância ou método proibido e o tráfico de substâncias ou métodos proibidos.

Existem dois tipos de controle antidoping: em competição e fora de competição. O primeiro é realizado imediatamente após o término de uma prova, enquanto que o segundo pode ser efetuado a qualquer momento, durante um treinamento, na residência do atleta e até mesmo algum tempo antes ou depois de uma prova.

As substâncias controladas nos dois tipos de testes não são as mesmas. Enquanto no exame em competição inclui todo o universo de classes de substâncias e de métodos proibidos, o exame fora de competição é mais específico, incluindo apenas os agentes anabolizantes e os hormônios peptídios.

O Código Mundial Antidopagem disponibiliza uma lista de substâncias proibidas. Os esteroides anabolizantes, os hormônios peptídios, fatores de crescimento e substâncias relacionadas, beta-2 agonistas, moduladores hormonais e metabólicos, diuréticos e agentes mascarantes são proibidos fora e durante uma disputa. Os métodos proibidos são: manipulação de sangue e componentes do sangue, manipulação química e física como adulteração das amostras para o controle de dopagem e dopagem genética.

Além dos métodos e substâncias citadas, estimulantes, narcóticos, canabinóides e glicocorticoides são proibidos em competição. O álcool e beta-bloqueadores são proibidos para esportes específicos.

A ética esportiva é jogar de modo honesto, respeitando o espírito esportivo e, principalmente, não causando riscos à saúde. Assim, a utilização de tais substâncias, para um melhor desempenho em uma competição, não se justifica por causa dos efeitos colaterais e do fato de que o atleta dopado pode ter uma vantagem desleal.

“Este texto foi escrito por Paula Macêdo
 
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