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Hibisco e suas Aplicabilidades

Planta encontrada principalmente em regiões tropicais e subtropicais, o hibisco é bastante comum no Brasil, conhecido também como rosa-da-china, mimo-de-vênus, flor-de-graxa, graxa-de-estudante e goela-de-leão, e as crianças adoram brincar com a sua flor. Sendo um gênero botânico, com 300 espécies, o hibisco é classificado como planta medicinal, que pode ser utilizado para auxiliar no tratamento de diversos problemas de saúde, no entanto, apenas uma das espécies tem sido estudada mais profundamente pela literatura para controle de desordens no metabolismo,  H. sabdariffa,  pouco comum quando comparada às demais que podem ser encontradas em jardins.
Dentre os seus benefícios decorrentes do consumo regular está a diminuição do LDL, mais conhecido como colesterol ruim; redução da pressão arterial; prevenção de constipações e infecções na bexiga; ação antioxidante e calmante além do seu poder diurético, onde produz efeito de diminuição do peso corporal por desidratação e diminuição da retenção hídrica. Isso acontece graças aos ácidos orgânicos, principalmente ácidos cítricos, málico e antocianinas encontrados no cálice da H. sabdariffa, espécie mais utilizada.

O broto de suas flores podem ser usadas em chás, saladas, e outras partes da planta podem ser usadas para fazer geleias, sopas e molhos. O seu chá é preparado com os botões secos da espécie e é bastante difundido não só pela bela cor, como pelo sabor, gelado então… é uma delícia. Na verdade, a palavra chá é utilizada de uma forma equivocada. O chá propriamente dito é o nome dado à bebida preparada a partir do vegetal chamado Camellia sinensis, mais popularmente conhecido como chá verde. Porém, este nome foi associado de uma forma popular a qualquer bebida feita com água fervente e vegetais. Os nomes corretos para estes preparados são: infusão e decocção. Independente do método adotado, o cuidado deve ser na composição, qual parte da planta foi utilizada, a cor e colheita das mesmas e o modo de preparo, pois esses fatores irão influenciar na composição.

A maior parte dos estudos sobre estas plantas são realizados em ratos, sendo assim, mais estudos em humanos são necessários para analisar a eficácia e seguridade do uso dessas substâncias. A quantidade, o preparo e o objetivo devem ser levados em conta, por isso é importante sempre o acompanhamento de um nutricionista capacitado.
Este texto foi escrito por Raquel Coelho, baseado em artigos científicos. Todo material utilizado pode ser disponibilizado quando requerido.
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